Tendências de Negócios Para 2018
17
Jan

Tendências de Negócios Para 2018

2017 foi um ano diferenciado, um ano de destaque no que tange a termos presenciado tantas mudanças significativas, esse modelo de evolução constante e disruptiva terá continuidade agora em 2018, promovendo encurtamento das distâncias entre cultura comércio, setor público e privado.

1. Economia experimental, as regras tradicionais não mais se aplicam.

As antigas regras para negócios foram reduzidas à sigla TQM (Total Quality Management ou Gestão da Qualidade Final) em que as empresas de maior sucesso progrediam ou regrediam com base na sua capacidade de entregar um produto de qualidade, dentro de um sistema perfeito e consistente, isso de acordo comas antigas regras, direcionaria a fidelidade dos clientes e asseguraria uma posição de liderança no mercado, hoje não mais. Na última década, contudo, as transformações produziram rápida substituição da TQM por outra, a TEM (Total Experience Management ou Gestão da Experiência Final). Como essa transformação tem atuado desenfreadamente em todo o setor industrial, as ofertas baseadas em valores, perderam o apreço, uma vez que as experiências vencedoras passaram a nortear e redefinir os pontos necessários para conduzir o negócio.

2. Na era da experimentação, todos somos clientes.

Hoje, as organizações responsáveis pelas experiências de maior sucesso são aquelas que lideram a nova era de comércio colaborativo, o que e feito com mobilização de produtos e gestão de pessoas para melhorar o engajamento e a manutenção dos profissionais da equipe. A chave dessa tendência, é perceber que todos, inclusive os que estão dentro da organização, precisam ser encarados como clientes em potencial. O próximo passo é envolver um planejamento estratégico que embarque o desenvolvimento de experiências tanto pela ótica B2B (Business to Business/De Empresa pra empresa) quanto B2C (Business to Consumer/Negócios para Consumidor) e B2E (Business to Employee/ Negócios para o Empregado).

3. Na era Colaborativa, a inclusão e os projetos sustentáveis atuam como propulsores.

A palavra-chave é EMPATIA. A economia de proposta colaborativa que estamos vivendo criou um apelo para que os líderes empresariais contribuam com a construção de um mundo melhor, de forma a superar a distância entre setores público vs. Privado e transcendendo o alcance real dos resultados, sssa mudança de paradigma instigou questões que as marcas aproveitaram na construção de conexões mais pessoais e profundas com os consumidores.